Monday, March 03, 2014

Zaha says preventing migrant deaths in Qatar "not my duty as an architect"

Zaha says preventing migrant deaths in Qatar "not my duty as an architect"



News: architects have "nothing to do with the workers" who have died on construction sites in Qatar, according to Zaha Hadid, whose Al Wakrah stadium for the FIFA World Cup 2022 is under construction in the gulf state.


Over 500 Indian migrants and 382 Nepalese nationals have died in the
country since it won the right to host the football tournament,
according to an investigation into conditions in the Qatari construction
industry by British newspaper The Guardian, prompting an outcry from human rights groups across the world.

"It's not my duty as an architect to look at it," Hadid said yesterday at the reopening for her Olympic aquatics centre in London. "I
cannot do anything about it because I have no power to do anything
about it. I think it's a problem anywhere in the world. But, as I said, I
think there are discrepancies all over the world."

Hadid's Al Wakrah stadium is one of five new venues under construction for the tournament but the architect says it is the responsibility of the Qatari government not architects to address issues relating to worker deaths.

"I have nothing to do with the workers," she said. "I think that's an
issue the government - if there's a problem - should pick up.
Hopefully, these things will be resolved."

ver mais no link

Monday, December 16, 2013

Experiência/ Vivência Houaiss

Experiência
etmologia: lat. experientìa,ae 'prova, ensaio, tentativa'
ato ou efeito de experimentar(-se)
1 experimentação, experimento (método científico)
2 Rubrica: filosofia. qualquer conhecimento obtido por meio dos sentidos
3 forma de conhecimento abrangente, não organizado, ou de sabedoria, adquirida de maneira espontânea durante a vida; prática
4 forma de conhecimento específico, ou de perícia, que, adquirida por meio de aprendizado sistemático, se aprimora com o correr do tempo; prática
5 tentativa, ensaio, prova

Vivência
etimologia: lat. viventìa, ac. neutro pl. de vivens,éntis, part.pres. de vivère 'viver, estar em vida'
1 o fato de ter vida; o processo de viver
2 manifestação ou sensação de vida
3 coisa que se experimentou vivendo, vivenciando
4 conhecimento adquirido no processo de viver ou vivenciar uma situação ou de realizar alguma coisa; experiência, prática.
5 Derivação: por metonímia. aquilo que se viveu

Saturday, September 07, 2013

Monday, July 08, 2013

This is a re-working of Paul Gavarni's Le Flâneur from 1842 by spenot Livrariat Travessa site

flanerie

http://elzucc.blogspot.com.br/2012/09/vla-vale-larchitetto-n3-flanerie.html




flâneur

The Flaneur Abroad ( Nottingham, 6-7 Jul 12)

Saturday, May 25, 2013

“Como viver junto”

O tema da 27ª. Bienal de São Paulo foi – “Como viver junto” - promovei uma série de Seminários Internacionais -Arquitetura - Reconstrução - Vida Coletiva - Trocas - Acre 
ver link: http://www.forumpermanente.org/event_pres/simp_sem/semin-bienal


Este tema tem afinidades com dois pontos do programa da discplina neste semestre (2013/01).

No tema arquitetura, o curador da 27ª. Bienal de São Paulo Adriano Pedrosa faz a apresentação

"Talvez mais do que qualquer um dos campos vizinhos da arte, a arquitetura tem desenvolvido uma relação com as artes visuais que proporciona ricas e variadas produções desde os anos 1960. Pode-se pensar em instalações e obras escultóricas que estabelecem uma relação formal com a galeria ou o espaço de exposição em que são expostas, bem como em intervenções em edifícios e no panorama urbano.

"A arte contemporânea que se relaciona à arquitetura assume vários formatos, gêneros e suportes: de críticas do modernismo a exploração de histórias e narrativas de edifícios, arquitetura e da cidade; de plantas e maquetes a vídeos, filmes, projeções de slides e fotografias (de interiores ou exteriores, vazias ou povoadas, reais ou imaginárias) e instalações site specific; de obras mais representacionais a outras mais propositivas.

"Este seminário reunirá artistas, críticos, curadores e historiadores que apresentarão e discutirão produções e pesquisas específicas, de cunho teórico, histórico ou artístico, crítico ou criativo, sobre a obra de artistas fundamentais no campo da arquitetura e da arte, como Gordon Matta-Clark e Dan Graham (dois artistas cujos trabalhos estarão presentes na 27ª Bienal), e apresentarão a produção de artistas mais recentes, como Marjetica Potrc (em residência no Acre, no contexto da 27ª Bienal) e Ana Maria Tavares.




Gordon Matta-Clark

"Mas lembremos o “Como viver junto”, de Roland Barthes, e como a arquitetura e o urbanismo são de fato ferramentas para oferecer meios e equipamentos físicos para a vida coletiva—a família, os diferentes grupos em sociedade, a comunidade. Esses meios e equipamentos nem sempre são harmoniosos ou estão livres de refletir ou incorporar pontos de tensão, estresse e conflito. Não devemos nos esquecer, portanto, da “relação emergente entre conflitos armados e o ambiente construído” ou da perversa arquitetura dos enclaves residenciais paulistanos que refletem tão agudamente as profundas disparidades sociais e econômicas na mais rica cidade latino-americana. Arquitetura é política."  


O título da bienal remate ao livro de Roland Barthes "Como Viver junto" publicado pela WMF Martins Fontes (2a. edição, 201).


Sunday, January 27, 2013

Liberdade para Sartre



Liberdade, no entender de Sartre: estamos "condenados à liberdade"; não há limite para nossa liberdade, exceto o de que "não somos livres para deixarmos de sermos livres." Porque não há nenhum Deus e portanto não há qualquer plano divino que determine o que deve acontecer, não há nenhum determinismo. O homem é livre. Nada o força a fazer o que faz. "Nós estamos sozinhos, sem desculpas." O homem não pode desculpar sua ação dizendo que está forçado por circunstâncias ou movido pela paixão ou determinado de alguma maneira a fazer o que faz.” (Cobra)

"Falamos na nossa própria língua e escrevemos numa língua estrangeira.” [Jean-Paul Sartre ]
"O dinheiro não tem ideias." [ Jean-Paul Sartre ]
"És livre, escolhe, ou seja: inventa." [ Jean-Paul Sartre ]
"Um amor, uma carreira, uma revolução: outras tantas coisas que se começam sem saber como acabarão." [ Jean-Paul Sartre ]
"O homem tem de poder escolher a vida em todas as circunstâncias." [Jean-Paul Sartre ]
"O homem tem de se inventar todos os dias." [Jean-Paul Sartre]
"Cada homem deve inventar o seu caminho." [ Jean-Paul Sartre ]
"Todos os homens têm medo. Quem não tem medo não é normal; isso nada tem a ver com a coragem." [Jean-Paul Sartre]
"A imaginação é como um braço extra, com o qual você pode agarrar coisas que de outra forma não estariam ao seu alcance." [Jean-Paul Sartre]

Referência
COBRA, Rubem. Jean-Paul Sartre. Vida, época, filosofia e obras de Jean Paul Sartre – II. In http://www.cobra.pages.nom.br/fcp-sartre-II.html

Imaginação para Sartre



“A elucidação do significado da imaginação se faz através do questionamento de como se produz imagem. Sartre, após uma rigorosa crítica à visão clássica1 da concepção de imagem, entende que essa produção deve ser iniciada numa mudança básica de concepção: a imagem não é uma coisa, não é exterioridade, muito pelo contrário, ela é consciência, é ato intencional da consciência.” (Francimar Duarte Arruda).
Um trabalho sobre a imagem deve se constituir como uma eidética da imagem, isto é, fixar e descrever a essência dessa estrutura psicológica tal como aparece à intuição reflexiva (Sartre, 1978, p.99).
“(...) A própria concepção de intencionalidade está destinada a renovar a noção de imagem, isto porque sendo ato da consciência ela vai pertencer ao conjunto de elementos reais da síntese consciência, que ele chama noese, e o seu correlativo que é o sentido que habita essa consciência que é o noema. Mas esse sentido noemático que pertence a cada consciência real, não é em si mesmo nada de real. O que existe é a possibilidade de se dirigir o olhar para um objeto, mas o que encontra o olhar nessa última direção, é na verdade um objeto no sentido lógico, mas um objeto que não poderia existir por si. Assim o noema é um nada que só tem uma existência ideal para a consciência, é um irreal. Para Sartre, então, tudo se explica pela intencionalidade, isto é, pelo ato noético.” (Arruda)
“Portanto, não há diferença de natureza qualitativa entre o objeto da percepção e o objeto da imaginação como tal, mas sim ambos são noemas de uma consciência noética plena. A imagem então é um certo tipo de consciência. A imagem é consciência de alguma coisa.”
“Resta fazer a descrição fenomenológica da estrutura dessa imagem, isto é, como ela se dá. Ou seja, o método fenomenológico visa, através dessa descrição do imaginário, a compreender o imaginário nele mesmo. O intuito de Sartre é determinar o que é a imagem como imagem, a imagem nela mesma. Temos que distinguir o que é o objeto que aparece, no exemplo do texto de Sartre — Pedro que eu imagino — daquilo que seria a imagem nela mesma; que não se confunde com o Pedro que eu estou imaginando. Qual o seu conteúdo, qual a sua essência: que será alcançada pela descrição da imagem”. (Arruda) (...)
“ (...) Não é no mundo do imaginário que se dá a liberdade. Ela se dá na dinâmica da ação e pressupõe o deslocamento do objeto irreal para o plano da ação possível. A imaginação é o poder, é o meio pelo qual a ação se efetuará. O futuro da ação é o reino da liberdade para Sartre, quer dizer, é no reino do poder-vir-a-ser que a liberdade se coloca como ação possível, e não no reino do imaginário que é não-ser; este não-ser é que o torna condição de possibilidade de vir-a-ser. Existe, então, toda uma questão dinâmica embutida na dimensão do imaginário que o pensamento contemporâneo deve recuperar, para que possamos entender e articular melhor o período de crise pela qual nós estamos passando e, sobretudo, termos condições de nos instrumentalizar em face ao problema específico da educação.” (Arruda)
Jean Paul Sartre era um existencialista e o cerne do existencialismo é a liberdade, assim, cada indivíduo é definido por aquilo que ele faz. Embora, Sartre baseie-se em pensamento alemão Husserl, sua “ética” é francesa (1789) ele valoriza o compromisso.
Deste modo, importa o interesse pela política: Segundo Sartre, “somos responsáveis por nós mesmos e por aquilo que nos cerca, notadamente, a sociedade: aquilo que nos é nossa obra. Como o pensamento filosófico (abstrato e generalizante) não apreende a existência individual, na qual a angústia tem um papel preponderante”.
Inspirado pela fenomenologia de Husserl, “para Sartre a imaginação, faculdade criativa do pensamento pela qual este produz representações (imagens) esta representações mentais que retrata um objeto externo percebido pelos sentidos, de objetos inexistentes, não tendo, portanto, função cognitiva”.
“Sartre considera o imaginário ou o “ato de imaginar” como a capacidade que tem a consciência de notificar o real, de desligar-se da plenitude do dado ...” (Silva).

Referências
ARRUDA, Francimar Duarte Questão do Imaginário: a contribuição de Sartre UFF
SILVA, Delzy Imaginação: Uma Maneira Reflexiva da Natureza Humana. TCC da Faculdade do Médio Parnaíba – FAMEP, Caxias – MA.