Wednesday, July 23, 2014
Monday, March 03, 2014
Zaha says preventing migrant deaths in Qatar "not my duty as an architect"
Zaha says preventing migrant deaths in Qatar "not my duty as an architect"
News: architects have "nothing to do with the workers" who have died on construction sites in Qatar, according to Zaha Hadid, whose Al Wakrah stadium for the FIFA World Cup 2022 is under construction in the gulf state.
Over 500 Indian migrants and 382 Nepalese nationals have died in the
country since it won the right to host the football tournament,
according to an investigation into conditions in the Qatari construction
industry by British newspaper The Guardian, prompting an outcry from human rights groups across the world.
"It's not my duty as an architect to look at it," Hadid said yesterday at the reopening for her Olympic aquatics centre in London. "I
cannot do anything about it because I have no power to do anything
about it. I think it's a problem anywhere in the world. But, as I said, I
think there are discrepancies all over the world."
Hadid's Al Wakrah stadium is one of five new venues under construction for the tournament but the architect says it is the responsibility of the Qatari government not architects to address issues relating to worker deaths.
"I have nothing to do with the workers," she said. "I think that's an
issue the government - if there's a problem - should pick up.
Hopefully, these things will be resolved."
ver mais no link
News: architects have "nothing to do with the workers" who have died on construction sites in Qatar, according to Zaha Hadid, whose Al Wakrah stadium for the FIFA World Cup 2022 is under construction in the gulf state.
Over 500 Indian migrants and 382 Nepalese nationals have died in the
country since it won the right to host the football tournament,
according to an investigation into conditions in the Qatari construction
industry by British newspaper The Guardian, prompting an outcry from human rights groups across the world.
"It's not my duty as an architect to look at it," Hadid said yesterday at the reopening for her Olympic aquatics centre in London. "I
cannot do anything about it because I have no power to do anything
about it. I think it's a problem anywhere in the world. But, as I said, I
think there are discrepancies all over the world."
Hadid's Al Wakrah stadium is one of five new venues under construction for the tournament but the architect says it is the responsibility of the Qatari government not architects to address issues relating to worker deaths.
"I have nothing to do with the workers," she said. "I think that's an
issue the government - if there's a problem - should pick up.
Hopefully, these things will be resolved."
ver mais no link
Monday, January 20, 2014
Thursday, January 16, 2014
O QUE SIGNIFICA ESTÉTICA? Ranciere-Txt-2 - ymago
Ranciere-Txt-2 - ymago
O que significa estética? Jacques Ranciére
O que significa estética? Jacques Ranciére
Monday, December 16, 2013
Experiência/ Vivência Houaiss
Experiência
etmologia: lat. experientìa,ae 'prova, ensaio, tentativa'
ato ou efeito de experimentar(-se)
1 experimentação, experimento (método científico)
2 Rubrica: filosofia. qualquer conhecimento obtido por meio dos sentidos
3 forma de conhecimento abrangente, não organizado, ou de sabedoria, adquirida de maneira espontânea durante a vida; prática
4 forma de conhecimento específico, ou de perícia, que, adquirida por meio de aprendizado sistemático, se aprimora com o correr do tempo; prática
5 tentativa, ensaio, prova
Vivência
etimologia: lat. viventìa, ac. neutro pl. de vivens,éntis, part.pres. de vivère 'viver, estar em vida'
etmologia: lat. experientìa,ae 'prova, ensaio, tentativa'
ato ou efeito de experimentar(-se)
1 experimentação, experimento (método científico)
2 Rubrica: filosofia. qualquer conhecimento obtido por meio dos sentidos
3 forma de conhecimento abrangente, não organizado, ou de sabedoria, adquirida de maneira espontânea durante a vida; prática
4 forma de conhecimento específico, ou de perícia, que, adquirida por meio de aprendizado sistemático, se aprimora com o correr do tempo; prática
5 tentativa, ensaio, prova
Vivência
etimologia: lat. viventìa, ac. neutro pl. de vivens,éntis, part.pres. de vivère 'viver, estar em vida'
1 o fato de ter vida; o processo de viver
2 manifestação ou sensação de vida
3 coisa que se experimentou vivendo, vivenciando
4 conhecimento adquirido no processo de viver ou vivenciar uma situação ou de realizar alguma coisa; experiência, prática.
5 Derivação: por metonímia. aquilo que se viveu
Saturday, September 07, 2013
How to Bring China’s Ghost Towns Back to Life | ArchDaily
How to Bring China’s Ghost Towns Back to Life | ArchDaily
| The empty development of Kangbashi/Ordos in Inner Mongolia (China). Image © Tim Franco, Flickr User shanghaisoundbites |
Sunday, August 18, 2013
Thursday, July 18, 2013
Sunday, July 07, 2013
Wednesday, June 12, 2013
Saturday, May 25, 2013
“Como viver junto”
O tema da 27ª. Bienal de São Paulo foi – “Como viver junto” - promovei uma série de Seminários Internacionais -Arquitetura - Reconstrução - Vida Coletiva - Trocas - Acre
ver link: http://www.forumpermanente.org/event_pres/simp_sem/semin-bienal
Este tema tem afinidades com dois pontos do programa da discplina neste semestre (2013/01).
No tema arquitetura, o curador da 27ª. Bienal de São Paulo Adriano Pedrosa faz a apresentação
"Talvez mais do que qualquer um dos campos vizinhos da arte, a arquitetura tem desenvolvido uma relação com as artes visuais que proporciona ricas e variadas produções desde os anos 1960. Pode-se pensar em instalações e obras escultóricas que estabelecem uma relação formal com a galeria ou o espaço de exposição em que são expostas, bem como em intervenções em edifícios e no panorama urbano.
"A arte contemporânea que se relaciona à arquitetura assume vários formatos, gêneros e suportes: de críticas do modernismo a exploração de histórias e narrativas de edifícios, arquitetura e da cidade; de plantas e maquetes a vídeos, filmes, projeções de slides e fotografias (de interiores ou exteriores, vazias ou povoadas, reais ou imaginárias) e instalações site specific; de obras mais representacionais a outras mais propositivas.
"Este seminário reunirá artistas, críticos, curadores e historiadores que apresentarão e discutirão produções e pesquisas específicas, de cunho teórico, histórico ou artístico, crítico ou criativo, sobre a obra de artistas fundamentais no campo da arquitetura e da arte, como Gordon Matta-Clark e Dan Graham (dois artistas cujos trabalhos estarão presentes na 27ª Bienal), e apresentarão a produção de artistas mais recentes, como Marjetica Potrc (em residência no Acre, no contexto da 27ª Bienal) e Ana Maria Tavares.
"Mas lembremos o “Como viver junto”, de Roland Barthes, e como a arquitetura e o urbanismo são de fato ferramentas para oferecer meios e equipamentos físicos para a vida coletiva—a família, os diferentes grupos em sociedade, a comunidade. Esses meios e equipamentos nem sempre são harmoniosos ou estão livres de refletir ou incorporar pontos de tensão, estresse e conflito. Não devemos nos esquecer, portanto, da “relação emergente entre conflitos armados e o ambiente construído” ou da perversa arquitetura dos enclaves residenciais paulistanos que refletem tão agudamente as profundas disparidades sociais e econômicas na mais rica cidade latino-americana. Arquitetura é política."
O título da bienal remate ao livro de Roland Barthes "Como Viver junto" publicado pela WMF Martins Fontes (2a. edição, 201).
ver link: http://www.forumpermanente.org/event_pres/simp_sem/semin-bienal
Este tema tem afinidades com dois pontos do programa da discplina neste semestre (2013/01).
No tema arquitetura, o curador da 27ª. Bienal de São Paulo Adriano Pedrosa faz a apresentação
"Talvez mais do que qualquer um dos campos vizinhos da arte, a arquitetura tem desenvolvido uma relação com as artes visuais que proporciona ricas e variadas produções desde os anos 1960. Pode-se pensar em instalações e obras escultóricas que estabelecem uma relação formal com a galeria ou o espaço de exposição em que são expostas, bem como em intervenções em edifícios e no panorama urbano.
"A arte contemporânea que se relaciona à arquitetura assume vários formatos, gêneros e suportes: de críticas do modernismo a exploração de histórias e narrativas de edifícios, arquitetura e da cidade; de plantas e maquetes a vídeos, filmes, projeções de slides e fotografias (de interiores ou exteriores, vazias ou povoadas, reais ou imaginárias) e instalações site specific; de obras mais representacionais a outras mais propositivas.
"Este seminário reunirá artistas, críticos, curadores e historiadores que apresentarão e discutirão produções e pesquisas específicas, de cunho teórico, histórico ou artístico, crítico ou criativo, sobre a obra de artistas fundamentais no campo da arquitetura e da arte, como Gordon Matta-Clark e Dan Graham (dois artistas cujos trabalhos estarão presentes na 27ª Bienal), e apresentarão a produção de artistas mais recentes, como Marjetica Potrc (em residência no Acre, no contexto da 27ª Bienal) e Ana Maria Tavares.
![]() |
| Gordon Matta-Clark |
"Mas lembremos o “Como viver junto”, de Roland Barthes, e como a arquitetura e o urbanismo são de fato ferramentas para oferecer meios e equipamentos físicos para a vida coletiva—a família, os diferentes grupos em sociedade, a comunidade. Esses meios e equipamentos nem sempre são harmoniosos ou estão livres de refletir ou incorporar pontos de tensão, estresse e conflito. Não devemos nos esquecer, portanto, da “relação emergente entre conflitos armados e o ambiente construído” ou da perversa arquitetura dos enclaves residenciais paulistanos que refletem tão agudamente as profundas disparidades sociais e econômicas na mais rica cidade latino-americana. Arquitetura é política."
O título da bienal remate ao livro de Roland Barthes "Como Viver junto" publicado pela WMF Martins Fontes (2a. edição, 201).
Sunday, April 28, 2013
Sunday, March 03, 2013
Sunday, January 27, 2013
Liberdade para Sartre
“Liberdade, no entender
de Sartre: estamos "condenados à liberdade"; não há limite para nossa
liberdade, exceto o de que "não somos livres para deixarmos de sermos
livres." Porque não há nenhum Deus e portanto não há qualquer plano divino
que determine o que deve acontecer, não há nenhum determinismo. O homem é
livre. Nada o força a fazer o que faz. "Nós estamos sozinhos, sem
desculpas." O homem não pode desculpar sua ação dizendo que está forçado
por circunstâncias ou movido pela paixão ou determinado de alguma maneira a
fazer o que faz.” (Cobra)
"Falamos na nossa própria língua
e escrevemos numa língua estrangeira.” [Jean-Paul Sartre ]
"O dinheiro não tem ideias."
[ Jean-Paul Sartre ]
"És livre, escolhe, ou seja:
inventa." [ Jean-Paul Sartre ]
"Um amor, uma carreira, uma
revolução: outras tantas coisas que se começam sem saber como acabarão." [
Jean-Paul Sartre ]
"O homem tem de poder escolher a vida
em todas as circunstâncias." [Jean-Paul Sartre ]
"O homem tem de se inventar todos
os dias." [Jean-Paul Sartre]
"Cada homem deve inventar o seu
caminho." [ Jean-Paul Sartre ]
"Todos os homens têm medo. Quem
não tem medo não é normal; isso nada tem a ver com a coragem." [Jean-Paul
Sartre]
"A imaginação é como um braço
extra, com o qual você pode agarrar coisas que de outra forma não estariam ao
seu alcance." [Jean-Paul Sartre]
Referência
COBRA, Rubem. Jean-Paul Sartre. Vida, época, filosofia e obras de
Jean Paul Sartre – II. In http://www.cobra.pages.nom.br/fcp-sartre-II.html
Imaginação para Sartre
“A elucidação do significado da
imaginação se faz através do questionamento de como se produz imagem. Sartre,
após uma rigorosa crítica à visão clássica1 da concepção de imagem, entende que
essa produção deve ser iniciada numa mudança básica de concepção: a imagem não é
uma coisa, não é exterioridade, muito pelo contrário, ela é consciência, é ato
intencional da consciência.” (Francimar Duarte Arruda).
Um trabalho sobre a imagem deve se
constituir como uma eidética da imagem, isto é, fixar e descrever a essência dessa
estrutura psicológica tal como aparece à intuição reflexiva (Sartre, 1978, p.99).
“(...) A própria concepção de
intencionalidade está destinada a renovar a noção de imagem, isto porque sendo
ato da consciência ela vai pertencer ao conjunto de elementos reais da síntese
consciência, que ele chama noese, e o seu correlativo que é o sentido
que habita essa consciência que é o noema. Mas esse sentido noemático que
pertence a cada consciência real, não é em si mesmo nada de real. O que existe
é a possibilidade de se dirigir o olhar para um objeto, mas o que encontra o
olhar nessa última direção, é na verdade um objeto no sentido lógico, mas um
objeto que não poderia existir por si. Assim o noema é um nada que só tem uma existência
ideal para a consciência, é um irreal. Para Sartre, então, tudo se explica pela
intencionalidade, isto é, pelo ato noético.” (Arruda)
“Portanto, não há diferença de
natureza qualitativa entre o objeto da percepção e o objeto da imaginação como
tal, mas sim ambos são noemas de uma consciência noética plena. A imagem então
é um certo tipo de consciência. A imagem é consciência de alguma coisa.”
“Resta fazer a descrição
fenomenológica da estrutura dessa imagem, isto é, como ela se dá. Ou seja, o
método fenomenológico visa, através dessa descrição do imaginário, a
compreender o imaginário nele mesmo. O intuito de Sartre é determinar o que é a
imagem como imagem, a imagem nela mesma. Temos que distinguir o que é o objeto
que aparece, no exemplo do texto de Sartre — Pedro que eu imagino — daquilo que
seria a imagem nela mesma; que não se confunde com o Pedro que eu estou imaginando.
Qual o seu conteúdo, qual a sua essência: que será alcançada pela descrição da
imagem”. (Arruda) (...)
“ (...) Não é no mundo do imaginário
que se dá a liberdade. Ela se dá na dinâmica da ação e pressupõe o deslocamento
do objeto irreal para o plano da ação possível. A imaginação é o poder, é o meio
pelo qual a ação se efetuará. O futuro da ação é o reino da liberdade
para Sartre, quer dizer, é no reino do poder-vir-a-ser que a liberdade
se coloca como ação possível, e não no reino do imaginário que é não-ser; este
não-ser é que o torna condição de possibilidade de vir-a-ser. Existe, então,
toda uma questão dinâmica embutida na dimensão do imaginário que o pensamento contemporâneo
deve recuperar, para que possamos entender e articular melhor o período de
crise pela qual nós estamos passando e, sobretudo, termos condições de nos
instrumentalizar em face ao problema específico da educação.” (Arruda)
Jean Paul Sartre era um
existencialista e o cerne do existencialismo é a liberdade, assim, cada
indivíduo é definido por aquilo que ele faz. Embora, Sartre baseie-se em
pensamento alemão Husserl, sua “ética” é francesa (1789) ele valoriza o compromisso.
Deste modo, importa o interesse pela
política: Segundo Sartre, “somos responsáveis por nós mesmos e por aquilo que
nos cerca, notadamente, a sociedade: aquilo que nos é nossa obra. Como o
pensamento filosófico (abstrato e generalizante) não apreende a existência individual,
na qual a angústia tem um papel preponderante”.
Inspirado pela fenomenologia de
Husserl, “para Sartre a imaginação, faculdade criativa do pensamento pela qual este
produz representações (imagens) esta representações mentais que retrata um
objeto externo percebido pelos sentidos, de objetos inexistentes, não tendo,
portanto, função cognitiva”.
“Sartre considera o imaginário ou o
“ato de imaginar” como a capacidade que tem a consciência de notificar o real,
de desligar-se da plenitude do dado ...” (Silva).
Referências
ARRUDA, Francimar Duarte Questão do
Imaginário: a contribuição de Sartre UFF
SILVA, Delzy
Imaginação: Uma Maneira Reflexiva da Natureza Humana. TCC da Faculdade do Médio Parnaíba –
FAMEP, Caxias – MA.
Subscribe to:
Posts (Atom)





