Sunday, March 18, 2012

PROGRAMA DA DISCIPLINA ESTÉTICA E ARQUITETURA 2012

Clara Luiza Miranda & Mestranda Vanina Pereira

Conteúdo Programático referencial

1. Revisão crítica de conceitos disciplinares da arquitetura e do urbanismo: da sua criação á sua circulação nos campos ou redes
- Conceitos e implicações no projeto, no planejamento, na construção, na fruição
- Arquitetura: tipos de conhecimento – teórico, prático e técnico; tipos de fazer – desenho/ design, escrita, construção; meios de construção/significado ‑ conceitual e material
Abordagens alternativas – leituras sobre a epistemologias do sul, pós-colonialistas e antropologia cultural _ Vanina Pereira
2. Estética e política
- Quadro das idéias estéticas (do ocidente)
- Interação no espaço
- Estesias: contemplação, recepção, fruição, participação, intervenção
3. Corpo, Memória e imaginação
4. Espaço social ↔espaço diferencial
- Viver sob o domus, a esfera privada: a poética do espaço
- Da Esfera pública, Espaço social (sociedade), Espaço vivido
- Espaço da disciplina, espaço do controle, as redes sociais, as redes mundiais
- Abordagens em espaços afro-brasileiros: Vanina Pereira.
5 Projeto clássico, Anticlássico e Modernidade (abordagem transversal)
6. Agenda Contemporânea (abordagem transversal)
  
Avaliação
Avaliação de exercícios que incluem análises e leituras de tópicos do conteúdo programático. Produção/ organização/ design/ divulgação de material de modo coletivo
  
Bibliografia referencial
ALBERTI. Leon. Da Arte Edificatoria. Lisboa Calouste Kulbekian. 2011
Argan, Giulio Carlo. História da Arte como História da Cidade. São Paulo. Martins Fontes, 1992.
BACHELARD, Gaston. A Poética do Espaço. São Paulo: Martins Fontes
*CACCIARI, Massimo. A cidade. Barcelona, Gustavo Gili, 2010
*CARERI, Francesco. Walkscape. El andar como práctica estética. Barcelona: Gustavo Gili, 2002
BENJAMIN, Walter. Obras escolhidas I São Paulo: Brasiliense, 1989
*CHOAY. Françoise. A Regra e o Modelo. São Paulo: Perspectiva.
de fusco, Renato. A idéia de arquitetura. São Paulo: Lisboa: Martins Fontes
DELEUZE, Gilles & GUATTARI, Felix. Mil Platos. São Paulo Ed. 34 (volumes 1 e 5).
DELEUZE, Gilles. A Dobra, Leibniz e o Barroco. Campinas: Papirus, 1991.
DUARTE, Rodrigo. O Belo Autônomo, Textos Clássicos de Estética. Belo Horizonte: eDUFMG, 1997
FERRY, Luc. Homo Aestheticus. A Invenção do Gosto na Era Democrática. São Paulo: Ática, 1994
FLUSSER, Vilém. O mundo codificado. São Paulo: Cosac & Naify, 2007
GOMBRICH, Ernest. Hegel e a História da Arte In Gávea n. 5, abril, 1988
HAAR, Michel. A obra de arte. Ensaio sobre a Ontologia das obras. Rio de Janeiro: Difel, 2000
HESIODO. Teogonia
HOMERO. Odisséia / Ilíada
KAHN, Andrea. Disclosure: Approaching Architecture. Harvard Architectural Review (1992), n. 8,
KANT, Immanuel. Crítica da Faculdade do Juízo. Rio de Janeiro: Forense, 1993.
LATOUR, Bruno. Jamais fomos modernos, São Paulo: Ed. 34, 1994
LE CORBUSIER. A Arte Decorativa. São Paulo: Martins Fontes, 1996
LE CORBUSIER. Por uma Arquitetura. São Paulo: Perspectiva. 1989.
*LÉVY. Pierre. A Inteligência Coletiva. São Paulo: Loyola, 2003.
MAROT, Sébastien. Suburbanism y El arte de La memória. Barcelona: Gustavo Gili, 2006
BLOOMER, Kent & MOORE, CHARLES. Cuerpo, Memoria y Arquitectura. Madrid: H. Blume Ediciones, 1982
NESBIT, Kate. (org). Uma nova agenda para a arquitetura 1965-1995. São Paulo: Cosacnaify, 2006
PARENTE, André (org.). Imagem-Máquina. São Paulo: Ed. 34, 1996
PEIXOTO, Nelson Brissac. Paisagens Urbanas. São Paulo: SENAC: Fapesp: Marca D’Água, 1996
PLATÃO. A República. / Timeu.
RANCIÈRE, Jacques. A partilha do sensível: estética e política. São Paulo: EXO/ Editora 34, 2005
STAROBINSKI, Jean. A Invenção da Liberdade, São Paulo: Ed. UNESP, 1994
VAN DER ROHE. Mies. Escritos. Fac-simile
VITRUVIO. Da Arquitetura. São Paulo: FUPAM: HUCITEC, 1999
Filmes: A Guerra do Fogo; Invasões bárbaras, Noel, Basquiat, filmes com textos de Shakeaspeare, Willian. Hamlet. / Otelo. / Romeu e Julieta/ Matrix de Andy Wachowski e Larry Wachowski.
Em * livros básicos


Wednesday, February 22, 2012

Collectif Etc, Cuisine itinérante à Hautepierre, la programmation on Vimeo

Collectif Etc, Cuisine itinérante à Hautepierre, la programmation on Vimeo

Invité par Horizome, du samedi 15 au dimanche 23 novembre, le Collectif Etc et les associations de Hautepierre investissent une à une les différentes mailles du quartier afin d’animer des ateliers de cuisine et d’appropriation de l’espace public, ouverts à tous et en plein air.

Chacun est invité à déguster les plats concoctés ensemble et à participer aux ateliers de création et de réparation de mobilier urbain.

Musique : DJ Architect - So swing

Saturday, February 18, 2012

The Museum of all Museums, Federico Soriano & Asociados : socks-studio

The Museum of all Museums, Federico Soriano & Asociados : socks-studio

Only a few buildings emerge outside, in Soriano’s entry for the new Taipei City Museum of Art.
But once inside, hidden under a garden of bamboo, you would discover a Piranesian collection of hundreds of museums’ fragments, a postmodern Campo Marzio of interiors.
Boutade or not, we wonder if a new typology is born, the museum as a diachronic taxonomy of museums.


Tuesday, January 17, 2012

Tate Modern| Talks & Discussions |Topology

Tate Modern| Talks & Discussions |Topology

Giorgio Agamben, Étienne Balibar, Rosi Braidotti, Drucilla Cornell, Olafur Eliasson, David Harvey, Bruno Latour, Achille Mbembe, Sandro Mezzadra, Ernesto Neto, Boaventura de Sousa Santos, Suely Rolnik, Peter Sloterdijk, Shiv Visvanathan and Peter Weibel are among the leading intellectuals, artists and writers who will be coming to Tate Modern as part of the Topology project.
Saturday 5 November 2011 – Saturday 16 June 2012
Photo: © Naaman Omar / Bloomberg News

Sunday, January 01, 2012

AD Classics: Eames House / Charles and Ray Eames | ArchDaily

AD Classics: Eames House / Charles and Ray Eames | ArchDaily
"Originally known as Case Study House No. 8, the Eames House was such a spatially pleasant modern residence that it became the home of the architects themselves. Charles and Ray Eames began designing the house in 1945 for the Case Study House Program in Los Angeles’ Arts and Architecture Magazine published and built these case study homes that had to focus on the use of new materials and technologies developed during World War II. The intention was for the house to be made of prefabricated materials that would not interrupt the site, be easy to build, and exhibit a modern style." Adelyn Perez

Desenho da Cozinha

© Library of Congress


Agora você já pode visitar a Casa da Cascata de Frank Lloyd Wright interativa! | ArchDaily Brasil

Agora você já pode visitar a Casa da Cascata de Frank Lloyd Wright interativa! | ArchDaily Brasil

Aplicativocom  imagens e screenshots feito pela empresa planetarchitecture. link

Saturday, December 03, 2011

O modelo de cidade dos subúrbios norte-americanos que estamos copiando |

O modelo de cidade dos subúrbios norte-americanos que estamos copiando |
O vídeo oferece meios para refletir sobre este modelo de cidade que se espalha no Brasil através da explosão de condomínios fechados (para todas as classes), a massificação do automóvel, e o grande número de shopping centres espalhados em áreas densamente ocupadas das nossas cidades.

Thursday, August 25, 2011

Spatial Agency: About

Spatial Agency: About
Spatial Agency is a project that presents a new way of looking at how buildings and space can be produced. Moving away from architecture's traditional focus on the look and making of buildings, Spatial Agency proposes a much more expansive field of opportunities in which architects and non-architects can operate. It suggests other ways of doing architecture.
ver Dissemination

ver Subversion 

Wednesday, August 24, 2011

O que seria uma arquitetura menor? (1)

A designação menor de Deleuze e Guattari não se refere à escala ou à dimensão e ainda menos a hierarquia. Uma intervenção menor é um agenciamento, quer dizer, uma prática. Coloca obra ou trabalho como um laboratório de experimentação e de experiências discursivas, poéticas e sociais, a fim de observar como se apropriam, usam, descartam significados, coisas, espaços, expressões. Uma proposição menor deve ainda funcionar como uma máquina desmontável. Na definição de uma literatura menor, Deleuze e Guattari distinguem-se três elementos fundamentais:
em primeiro lugar, a literatura menor se caracteriza como prática de uma minoria numa língua maior que é modificada ‘por um forte coeficiente de desterritorialização’. Em segundo lugar, pela natureza imediatamente política do seu enunciado. O espaço exíguo faz com que cada caso individual seja ligado à política, abolindo assim as distinções entre o privado e o público, o íntimo e o social. Em terceiro lugar, pelo fato de que tudo adquire um valor coletivo. Aqui o enunciado individual é imediatamente coletivo, e o escritor, na sua individualidade, desde já articula uma ação comum. Mas como entender esta prática motivada por “um forte coeficiente de desterritorialização”? (Schollhammer, s. d).,
Esta pergunta de Schollhammer, dirigida às motivações das práticas menores, pode ser redirecionada aos meios ou aos agentes das práticas: Como compreender e atuar em mundos em constante mutação? Como compreender e interagir com a natureza plástica dos homens e de suas relações? 

Referências:
DELEUZE, Gilles & GUATTARI, Felix. Kafka, por uma literatura menor. Lisboa: Assírio & Alvim, 2003.
SCHOLLHAMMER, Karl Erik. As práticas de uma língua menor: reflexões sobre um tema de Deleuze e Guattari. Juiz de Fora. Ipotesi, revista de estudos literários. v. 5, n. 2, p. 59 a 70

Citado  em Por uma Litertura Menor de Deleuze & Guattari _ O castelo, Kafka _ ver também:
(Kafka, 1991, EUA, P&B e cor, 98’)/ De: Steven Soderbergh/Com: Jeremy Irons, Theresa Russel, Joel Grey

Friday, August 12, 2011

diversecity-architects

diversecity-architects

'The DiverseCity exhibition celebrates diversity of people in architecture . " ver link
(...) This exhibition shows a selection of people and projects who have taken part in this Global Snowball celebrating ethnicity and gender'.
Angela Brady, Chair, Women In Architecture,
Architects For Change - The RIBA Equality Forum

‘Diversity in our profession is not only required it is desirable. Gender balance and ethnic variety brings a richness to our practises that reflects the richness of oursociety on our small planet.’
Jack Pringle, RIBA president

Bibliografia referencial 2011/02


Argan, Giulio Carlo. Arte Moderna. São Paulo. Companhia das Letras, 1992
_________________. História da Arte como História da Cidade. São Paulo. Martins Fontes, 1992.
BASTOS, Fernando. Panorama das Idéias Estéticas no Ocidente (De Platão a Kant). Brasília: Ed. UnB, 1987.
BAUDELAIRE, Charles. A Modernidade de Baudelaire. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988
BENJAMIN, Walter. Obras escolhidas I São Paulo: Brasiliense, 1989
CHOAY. Françoise. A Regra e o Modelo. São Paulo: Perspectiva.
CONSIGLIERI, Victor. As significações da Arquitetura. 1920-1990. Lisboa: Estampa, 2000
de fusco, Renato. A idéia de arquitetura. São Paulo: Lisboa: Martins Fontes
DELEUZE, Gilles & GUATTARI, Felix. Mil Platos. São Paulo Ed. 34 (volumes 1 e 5).
DELEUZE, Gilles. A Dobra, Leibniz e o Barroco. Campinas: Papirus, 1991.
DUARTE, Fábio.  Crise das matrizes espaciais. São Paulo: Perspectiva, 2002
DUARTE, Rodrigo. O Belo Autônomo, Textos Clássicos de Estética. Belo Horizonte: eDUFMG, 1997
FERRY, Luc. Homo Aestheticus. A Invenção do Gosto na Era Democrática. São Paulo: Ática, 1994
FLUSSER, Vilém. O mundo codificado. São Paulo: Cosac & Naify, 2007
FOUCAULT, Michel. As palavras e as coisas. São Paulo: Martins Fontes.
GIL, José.  Metamorfoses do Corpo. Lisboa: Relógio D’ Água, 1997.
GOMBRICH, Ernest. Hegel e a História da Arte In Gávea n. 5, abril, 1988
GUINSBURG, J. O Romantismo. São Paulo: Perspectiva, 1993, 3a. ed.
HAAR, Michel. A obra de arte. Ensaio sobre a Ontologia das obras. Rio de Janeiro: Difel, 2000
HABERMAS, Jürgen. O Discurso Filosófico da Modernidade. Lisboa: Presença, 1990
HESIODO. Teogonia
HOMERO. Odisséia / Ilíada
KAHN, Andrea. Disclosure: Approaching Architecture. Harvard Architectural Review (1992), n. 8, p. 4. e
KANT, Immanuel. Crítica da Faculdade do Juízo. Rio de Janeiro: Forense, 1993.
LE CORBUSIER. A Arte Decorativa. São Paulo: Martins Fontes, 1996
LE CORBUSIER. Por uma Arquitetura. São Paulo: Perspectiva. 1989.
LÉVY. Pierre. A Inteligência Coletiva. São Paulo: Loyola, 2003.
LÉVY. Pierre. Tecnologias da Inteligência, 2003.
MITTCHEL, William J. E-topia, A vida urbana- mas não como a conhecemos. São Paulo: SENAC, 2002.
NESBIT, Kate. (org). Uma nova agenda para a arquitetura 1965-1995. São Paulo: Cosacnaify, 2006
PARENTE, André (org.). Imagem-Máquina. São Paulo: Ed. 34, 1996
PEIXOTO, Nelson Brissac. Paisagens Urbanas. São Paulo: SENAC: Fapesp: Marca D’Água, 1996
PLATÃO. A República. / Timeu.
STAROBINSKI, Jean. A Invenção da Liberdade, São Paulo: EdUNESP, 1994
VAN DER ROHE. Mies. Escritos. Fac-simile
VITRUVIO. Da Arquitetura. São Paulo: FUPAM: HUCITEC, 1999
Filmes: A Guerra do Fogo; Invasões bárbaras, Noel, Basquiat, filmes com textos de Shakeaspeare, Willian. Hamlet. / Otelo. / Romeu e Julieta/ Matrix de Andy Wachowski e Larry Wachowski.