Friday, January 29, 2016
Arqueología del Futuro: 1971 12 CIUDADES IDEALES [Superstudio] parte II
Arqueología del Futuro: 1971 12 CIUDADES IDEALES [Superstudio] parte II: Fifth City City of Hemispheres La ciudad es una deslumbrante hoja de cristal en medio de bisques y verdes colinas. Al acercarse a ella,...
Wednesday, July 23, 2014
Monday, March 03, 2014
Zaha says preventing migrant deaths in Qatar "not my duty as an architect"
Zaha says preventing migrant deaths in Qatar "not my duty as an architect"
News: architects have "nothing to do with the workers" who have died on construction sites in Qatar, according to Zaha Hadid, whose Al Wakrah stadium for the FIFA World Cup 2022 is under construction in the gulf state.
Over 500 Indian migrants and 382 Nepalese nationals have died in the
country since it won the right to host the football tournament,
according to an investigation into conditions in the Qatari construction
industry by British newspaper The Guardian, prompting an outcry from human rights groups across the world.
"It's not my duty as an architect to look at it," Hadid said yesterday at the reopening for her Olympic aquatics centre in London. "I
cannot do anything about it because I have no power to do anything
about it. I think it's a problem anywhere in the world. But, as I said, I
think there are discrepancies all over the world."
Hadid's Al Wakrah stadium is one of five new venues under construction for the tournament but the architect says it is the responsibility of the Qatari government not architects to address issues relating to worker deaths.
"I have nothing to do with the workers," she said. "I think that's an
issue the government - if there's a problem - should pick up.
Hopefully, these things will be resolved."
ver mais no link
News: architects have "nothing to do with the workers" who have died on construction sites in Qatar, according to Zaha Hadid, whose Al Wakrah stadium for the FIFA World Cup 2022 is under construction in the gulf state.
Over 500 Indian migrants and 382 Nepalese nationals have died in the
country since it won the right to host the football tournament,
according to an investigation into conditions in the Qatari construction
industry by British newspaper The Guardian, prompting an outcry from human rights groups across the world.
"It's not my duty as an architect to look at it," Hadid said yesterday at the reopening for her Olympic aquatics centre in London. "I
cannot do anything about it because I have no power to do anything
about it. I think it's a problem anywhere in the world. But, as I said, I
think there are discrepancies all over the world."
Hadid's Al Wakrah stadium is one of five new venues under construction for the tournament but the architect says it is the responsibility of the Qatari government not architects to address issues relating to worker deaths.
"I have nothing to do with the workers," she said. "I think that's an
issue the government - if there's a problem - should pick up.
Hopefully, these things will be resolved."
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Monday, January 20, 2014
Thursday, January 16, 2014
O QUE SIGNIFICA ESTÉTICA? Ranciere-Txt-2 - ymago
Ranciere-Txt-2 - ymago
O que significa estética? Jacques Ranciére
O que significa estética? Jacques Ranciére
Monday, December 16, 2013
Experiência/ Vivência Houaiss
Experiência
etmologia: lat. experientìa,ae 'prova, ensaio, tentativa'
ato ou efeito de experimentar(-se)
1 experimentação, experimento (método científico)
2 Rubrica: filosofia. qualquer conhecimento obtido por meio dos sentidos
3 forma de conhecimento abrangente, não organizado, ou de sabedoria, adquirida de maneira espontânea durante a vida; prática
4 forma de conhecimento específico, ou de perícia, que, adquirida por meio de aprendizado sistemático, se aprimora com o correr do tempo; prática
5 tentativa, ensaio, prova
Vivência
etimologia: lat. viventìa, ac. neutro pl. de vivens,éntis, part.pres. de vivère 'viver, estar em vida'
etmologia: lat. experientìa,ae 'prova, ensaio, tentativa'
ato ou efeito de experimentar(-se)
1 experimentação, experimento (método científico)
2 Rubrica: filosofia. qualquer conhecimento obtido por meio dos sentidos
3 forma de conhecimento abrangente, não organizado, ou de sabedoria, adquirida de maneira espontânea durante a vida; prática
4 forma de conhecimento específico, ou de perícia, que, adquirida por meio de aprendizado sistemático, se aprimora com o correr do tempo; prática
5 tentativa, ensaio, prova
Vivência
etimologia: lat. viventìa, ac. neutro pl. de vivens,éntis, part.pres. de vivère 'viver, estar em vida'
1 o fato de ter vida; o processo de viver
2 manifestação ou sensação de vida
3 coisa que se experimentou vivendo, vivenciando
4 conhecimento adquirido no processo de viver ou vivenciar uma situação ou de realizar alguma coisa; experiência, prática.
5 Derivação: por metonímia. aquilo que se viveu
Saturday, September 07, 2013
How to Bring China’s Ghost Towns Back to Life | ArchDaily
How to Bring China’s Ghost Towns Back to Life | ArchDaily
| The empty development of Kangbashi/Ordos in Inner Mongolia (China). Image © Tim Franco, Flickr User shanghaisoundbites |
Sunday, August 18, 2013
Thursday, July 18, 2013
Sunday, July 07, 2013
Wednesday, June 12, 2013
Saturday, May 25, 2013
“Como viver junto”
O tema da 27ª. Bienal de São Paulo foi – “Como viver junto” - promovei uma série de Seminários Internacionais -Arquitetura - Reconstrução - Vida Coletiva - Trocas - Acre
ver link: http://www.forumpermanente.org/event_pres/simp_sem/semin-bienal
Este tema tem afinidades com dois pontos do programa da discplina neste semestre (2013/01).
No tema arquitetura, o curador da 27ª. Bienal de São Paulo Adriano Pedrosa faz a apresentação
"Talvez mais do que qualquer um dos campos vizinhos da arte, a arquitetura tem desenvolvido uma relação com as artes visuais que proporciona ricas e variadas produções desde os anos 1960. Pode-se pensar em instalações e obras escultóricas que estabelecem uma relação formal com a galeria ou o espaço de exposição em que são expostas, bem como em intervenções em edifícios e no panorama urbano.
"A arte contemporânea que se relaciona à arquitetura assume vários formatos, gêneros e suportes: de críticas do modernismo a exploração de histórias e narrativas de edifícios, arquitetura e da cidade; de plantas e maquetes a vídeos, filmes, projeções de slides e fotografias (de interiores ou exteriores, vazias ou povoadas, reais ou imaginárias) e instalações site specific; de obras mais representacionais a outras mais propositivas.
"Este seminário reunirá artistas, críticos, curadores e historiadores que apresentarão e discutirão produções e pesquisas específicas, de cunho teórico, histórico ou artístico, crítico ou criativo, sobre a obra de artistas fundamentais no campo da arquitetura e da arte, como Gordon Matta-Clark e Dan Graham (dois artistas cujos trabalhos estarão presentes na 27ª Bienal), e apresentarão a produção de artistas mais recentes, como Marjetica Potrc (em residência no Acre, no contexto da 27ª Bienal) e Ana Maria Tavares.
"Mas lembremos o “Como viver junto”, de Roland Barthes, e como a arquitetura e o urbanismo são de fato ferramentas para oferecer meios e equipamentos físicos para a vida coletiva—a família, os diferentes grupos em sociedade, a comunidade. Esses meios e equipamentos nem sempre são harmoniosos ou estão livres de refletir ou incorporar pontos de tensão, estresse e conflito. Não devemos nos esquecer, portanto, da “relação emergente entre conflitos armados e o ambiente construído” ou da perversa arquitetura dos enclaves residenciais paulistanos que refletem tão agudamente as profundas disparidades sociais e econômicas na mais rica cidade latino-americana. Arquitetura é política."
O título da bienal remate ao livro de Roland Barthes "Como Viver junto" publicado pela WMF Martins Fontes (2a. edição, 201).
ver link: http://www.forumpermanente.org/event_pres/simp_sem/semin-bienal
Este tema tem afinidades com dois pontos do programa da discplina neste semestre (2013/01).
No tema arquitetura, o curador da 27ª. Bienal de São Paulo Adriano Pedrosa faz a apresentação
"Talvez mais do que qualquer um dos campos vizinhos da arte, a arquitetura tem desenvolvido uma relação com as artes visuais que proporciona ricas e variadas produções desde os anos 1960. Pode-se pensar em instalações e obras escultóricas que estabelecem uma relação formal com a galeria ou o espaço de exposição em que são expostas, bem como em intervenções em edifícios e no panorama urbano.
"A arte contemporânea que se relaciona à arquitetura assume vários formatos, gêneros e suportes: de críticas do modernismo a exploração de histórias e narrativas de edifícios, arquitetura e da cidade; de plantas e maquetes a vídeos, filmes, projeções de slides e fotografias (de interiores ou exteriores, vazias ou povoadas, reais ou imaginárias) e instalações site specific; de obras mais representacionais a outras mais propositivas.
"Este seminário reunirá artistas, críticos, curadores e historiadores que apresentarão e discutirão produções e pesquisas específicas, de cunho teórico, histórico ou artístico, crítico ou criativo, sobre a obra de artistas fundamentais no campo da arquitetura e da arte, como Gordon Matta-Clark e Dan Graham (dois artistas cujos trabalhos estarão presentes na 27ª Bienal), e apresentarão a produção de artistas mais recentes, como Marjetica Potrc (em residência no Acre, no contexto da 27ª Bienal) e Ana Maria Tavares.
![]() |
| Gordon Matta-Clark |
"Mas lembremos o “Como viver junto”, de Roland Barthes, e como a arquitetura e o urbanismo são de fato ferramentas para oferecer meios e equipamentos físicos para a vida coletiva—a família, os diferentes grupos em sociedade, a comunidade. Esses meios e equipamentos nem sempre são harmoniosos ou estão livres de refletir ou incorporar pontos de tensão, estresse e conflito. Não devemos nos esquecer, portanto, da “relação emergente entre conflitos armados e o ambiente construído” ou da perversa arquitetura dos enclaves residenciais paulistanos que refletem tão agudamente as profundas disparidades sociais e econômicas na mais rica cidade latino-americana. Arquitetura é política."
O título da bienal remate ao livro de Roland Barthes "Como Viver junto" publicado pela WMF Martins Fontes (2a. edição, 201).
Sunday, April 28, 2013
Sunday, March 03, 2013
Sunday, January 27, 2013
Liberdade para Sartre
“Liberdade, no entender
de Sartre: estamos "condenados à liberdade"; não há limite para nossa
liberdade, exceto o de que "não somos livres para deixarmos de sermos
livres." Porque não há nenhum Deus e portanto não há qualquer plano divino
que determine o que deve acontecer, não há nenhum determinismo. O homem é
livre. Nada o força a fazer o que faz. "Nós estamos sozinhos, sem
desculpas." O homem não pode desculpar sua ação dizendo que está forçado
por circunstâncias ou movido pela paixão ou determinado de alguma maneira a
fazer o que faz.” (Cobra)
"Falamos na nossa própria língua
e escrevemos numa língua estrangeira.” [Jean-Paul Sartre ]
"O dinheiro não tem ideias."
[ Jean-Paul Sartre ]
"És livre, escolhe, ou seja:
inventa." [ Jean-Paul Sartre ]
"Um amor, uma carreira, uma
revolução: outras tantas coisas que se começam sem saber como acabarão." [
Jean-Paul Sartre ]
"O homem tem de poder escolher a vida
em todas as circunstâncias." [Jean-Paul Sartre ]
"O homem tem de se inventar todos
os dias." [Jean-Paul Sartre]
"Cada homem deve inventar o seu
caminho." [ Jean-Paul Sartre ]
"Todos os homens têm medo. Quem
não tem medo não é normal; isso nada tem a ver com a coragem." [Jean-Paul
Sartre]
"A imaginação é como um braço
extra, com o qual você pode agarrar coisas que de outra forma não estariam ao
seu alcance." [Jean-Paul Sartre]
Referência
COBRA, Rubem. Jean-Paul Sartre. Vida, época, filosofia e obras de
Jean Paul Sartre – II. In http://www.cobra.pages.nom.br/fcp-sartre-II.html
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